here's the thing

sim, escrevo um blog público e a que qualquer pessoa consegue aceder. mas escrevo para mim.

sábados doces

a minha princesa - os abraços mais apertados, as sardas lindas, o cheiro tão doce dos seus cabelos. desenhos a duas. duas blusas bonitas e esta coisa tão nova que é olhar para o espelho e gostar muito de mim. voltar para ele - e ele vir, docemente, ao meu encontro. vencer a preguiça e fazer um treino espectacular a um sábado, e depois complementá-lo com um lanche delicioso no meu sítio preferido, na melhor companhia (e com meio croissant roubado em bocadinhos pequeninos e sorrios grandes). passeios. intimidades. pessoas simpáticas. actualizar a minha agenda fofinha e enchê-la de memórias sentidas. esta certeza enorme no meu coração.

amor é

adormecer ao som da voz dele, enquanto ele lê para mim.

(são as minhas noites mais doces)

estes dias de quarenta graus lá fora

e eu a sonhar com chocolate quente. ♡
experimentei, com ele, um top off shoulders. a reacção magnífica: pareces um queque! 

(em sua defesa, o folho era grande - até à cintura - mas ainda assim...!)

na minha mesa de cabeceira | a rapariga-corvo

este livro é mais um exemplo do dilema que faz com que classificar livros seja uma tarefa impossível para mim. a escrita original não me paece particularmente boa (e em termos de detalhes técnicos é mesmo para esquecer); a tradução soa um pouco manca (talvez o sueco seja uma língua difícil de traduzir?, talvez a tradutora seja ainda algo inexperiente?), e não ajuda. contudo, é um livro tão macabro, tão surpreendente e tão  bem construído! acho que muitos autores sacrificam a coerência em prol de uma plot twist inesperada, o que é sempre uma desilusão para mim (detesto ler um livro que não faça sentido nenhum); outros tentam manter o mistério mas é por demais óbvia a revelação que aí vem (a rapariga no comboio, i'm looking at you!). a rapariga-corvo conseguiu surpreender-me e não cair em nenhum destes dois extremos. próximo passo: ler os outros dois livros da trilogia e esperar que não desiludam!

first world problems

rendi-me ao universo e vou comprar um smartphone; ainda não decidi qual, mas já há uma short list. facto: consigo comprar as versões pretas ou brancas a um preço mais apetecível. problema: a versão gold (de todos) é tão mais bonita, tão irresistivelmente bonita!