ele.

alguém que nos abraça nos momentos em que mais precisamos de ser abraçados e que fica muito, muito tempo junto a nós; amparar-me a ele, o meu nariz junto à curva tão doce do seu pescoço (ele cheira sempre tão bem), os beijos mais doces. alguém que nos dá força quando já não temos mais, alguém que está connosco sempre, mesmo que as lágrimas (me) teimem em cair.

alguém que entre numa sala e a ilumine (e todos os sorrisos que não posso conter).

sim, alguém assim. (o único.)

correr faz-me não gostar de pessoas

pronto, já disse. entre os grupos que andam a passo de caracol e ocupam toda a largura do passeio (e o passeio é largo, caramba!), as pessoas que se apercebem de que vem aí alguém a correr e não se desviam, e o comportamento dos condutores quando se aproximam das passadeiras, enquanto estou a correr insulto mentalmente meio mundo. o que vale é que quando acabo as endorfinas lá fazem o seu trabalho e me levam até casa numa nuvem de (cansaço e) bem-estar. :)
eu gosto é de espalhar amor (e pequenos gestos de carinho) pelo mundo.
tenho um exame no sábado (wow - possivelmente, o meu último exame de sempre!) e ainda muito trabalho para fazer. idealmente, o que devia acontecer é que o meu ritmo de estudo / trabalho aumentaria com a aproximação do dia d. na prática, o que acontece é que no melhor dos casos fica igual (e se torna cada vez mais difícil continuar...) porque começo a pensar no quanto quero que o sábado acabe, para me poder dedicar a outras coisas, e começa a ser insuportável continuar nisto. dezoito anos de escola e ainda sou assim, pouco razoável. damn me.
eu adoro vestidos. são lindos, são frescos, são muito à menina; são um amor. questão: os meus vestidos preferidos são vestidos pelo joelho, essencialmente porque não gosto dos meus joelhos e também porque, para o dia-a-dia, este género é muito mais confortável que os vestidos curtos. problema: é tão difícil arranjar vestidos pelos joelhos! tão, tão difícil: ou é maxi, ou é curtinho. aceitam-se sugestões :)
(como vou viajar em breve, a palavra de ordem deste momento é poupar. e aquilo a que me custa resistir não é os saldos, não são livros novos, não são coisas bonitas para a casa, cadernos e outras coisas que tais. não, o que me custa mesmo é resistir aos miminhos que eu sei que iam deixar os meus dois amores cheios de felicidade)
vou a helsínquia em agosto, e agosto é no próximo mês. e eu quero tanto tanto estar mais entusiasmada, mas estou tão impossivelmente nervosa que isso silencia (quase) tudo o resto.