quero tanto, tanto tanto trabalhar em teoria de modelos, e trabalhar com o meu professor de teoria de modelos (o melhor, o melhor!) que só a ideia me deixa o coração a bater mais depressa de felicidade!

socorro!

está a apetecer-me tanto ir ali dar um saltinho à fnac e desgraçar-me.
o Filipe e eu ainda nos contamos em meses* - se soubessem como é estranho aperceber-me disto. parece que somos desde sempre.

*mas só até dia treze! :)
sílvia (enquanto tenta passar a ferro uma blusa particularmente delicada, com o ar mais infeliz): meu deus, não tenho jeito nenhum para passar a ferro. deus criou a sílvia dizendo, vamos criar uma pessoa que passe a ferro ainda pior do que cante, e que cante muito mal! - e fez-se eu. é isto.

meu amor

o inverno assenta-te bem.

amor é

estamos a trabalhar na faculdade e eu dou um salto a casa (chegaram as nossas cadeiras de escritório!). volto a pé para a faculdade - porque não gosto de esperar, porque não gosto de autocarros e porque está um fim de tarde bonito. ele sai da faculdade e vem ao meu encontro, com o maior sorriso nos lábios, para fazermos juntos o resto do caminho.
à uma da manhã, depois de umas horas perdidos no meio de contas infinitas que teimavam em não dar certo (zero! só queríamos que aquilo desse zero!) percebemos o problema: estava lá escrito et, nós achámos que era t2. e é isto.