não tenho por hábito fazer balanços do ano que passou (apesar de, por vezes, perder algum tempo a reflectir sobre tudo o que aconteceu). por várias razões: porque os meus anos começam em setembros, porque a minha objectividade é inexistente, porque os meus planos para o novo ano são sempre muito mais como ser mais feliz! do que objectivos concretos e específicos, e portanto não tenho planos por cumprir do ano anterior. ainda assim, em dois mil e catorze aconteceram-me as três melhores coisas do mundo. e é isto. :)
(a pior recordação do natal deste ano é um facto: estive em casa dos meus pais cinco dias, e houve UMA única ocasião em que, fora da cama, os meus pés não pareciam blocos de gelo.)
em casa dos meus pais, os presentes da família são abertos na manhã (vá, convenhamos: madrugada) do dia vinte e cinco. a Diana não conseguiu resistir mais e acordou-me às sete e meia da manhã, já com o presente nas mãos. a melhor recordação do natal deste ano é a felicidade dela.
acabei de me aperceber que dois mil e catorze foi o ano em que completei o meu mestrado; tive efectivamente que pensar um bocadinho para confirmar isto. aconteceram tantas. tantas coisas entretanto; parece que já foi há tanto tempo.

randomness

(vocês já devem ter reparado que eu teno um problema com (leia-se: uma alergia a) letras maiúsculas.)
(a D. vai ficar tão inacreditavelmente feliz quando abrir o nosso presente de natal. eu mal consigo esperar esta meia dúzia de dias para ver o seu ar de felicidade!)