shhh

(o filipe está a dormir no quarto ao lado. tenho que me conter mil vezes para não ir espreitá-lo, ficar a olhar para ele, beijá-lo muito.)
(mas em vez de crepes e programação tenho geometriageometriageometria, o terror. *suspiro*)

apetecem-me

crepes, e voltar a programar.
há dois dias (no meio destas semanas caóticas) conseguimos finalmente acabar a primeira temporada de masters of sex. quando o filipe me falou em masters of sex pela primeira vez, os meus pensamentos foram qualquer coisa como meh, está bem; mas a verdade é que depois de começar a ver a achei irresistível. bem, o bill masters é profundamente irritante, mas a virginia é magnífica (e a minha nova girl crush), não há personagens triviais ou desinteressantes (pelo contrário), os enredos secundários são extraordinários e bem concebidos, e ainda há a ter em consideração o charme fantástico daqueles anos: a roupa, o cabelo, a caracterização muito bem conseguida. masters of sex é um amor. ah, e a virginia canta deslumbrantemente.

And then, too, I had learned early to assume something dark and lethal hidden at the heart of anything I loved. When I couldn’t find it, I responded, bewildered and wary, in the only way I knew how: by planting it there myself.
Tana French, In the Woods 

teoria de modelos:

eu adoro-te, muito muito, mas passar a noite contigo de novo já é demais, por favor.