And then, too, I had learned early to assume something dark and lethal hidden at the heart of anything I loved. When I couldn’t find it, I responded, bewildered and wary, in the only way I knew how: by planting it there myself.
Tana French, In the Woods 

teoria de modelos:

eu adoro-te, muito muito, mas passar a noite contigo de novo já é demais, por favor.
o Filipe e a D. adoraram-se um ao outro. eu não podia estar mais feliz.

das observações aleatórias:

adoro adoro adoro o cheiro das castanhas assadas, mas detesto comer castanhas.
sinto sempre alguma timidez em confessar isto: eu adoro o natal. adoro!, e - isto vindo de alguém que não aprecia por aí além o frio e o inverno - não consigo deixar de me sentir feliz quando se aproxima o dia vinte e cinco. ando pela casa a limpar e arrumar tudo enquanto canto e oiço músicas de natal em repeat. adoro comprar presentes para as pessoas que amo, adoro. e gosto de estar em família. a D., com seis anos, vibra com tudo o que esteja relacionado com o natal, e é tão bom vê-la entusiasmada e feliz, é tão bom vê-la a abrir cuidadosamente os embrulhos, aquele sorriso enorme que ela tem. ainda não fizemos uma árvore de natal, o Filipe e eu (sinto alguma responsabilidade e indecisão, quero as coisas mais bonitas!), mas queremos decorar a casa de alguma forma. e estamos tão tão felizes que é natal todos os dias, cá por casa.

em retrospectiva:

mudar de casa (tanto o acontecimento como o processo em si) aproximou-me muito dos meus pais. é muito, muito bom sentir-me assim.