às vezes tenho medo de ser má, quando o que quero é educar e mostrar que há aqui uma lição a ser absorvida. às vezes tenho medo de ser má, ponto.

coisas de meninas

sempre que desço a avenida da liberdade (uma das minhas favoritas de lisboa, por sinal) não consigo deixar de olhar, com um misto de fascínio e horror, as montras das lojas caríssimas que são a imagem de marca daquela zona. na maior parte das vezes, os pensamentos que me despertam são todos do género meu deus, como é que é possível alguém querer usar uma coisa tão feia! e tão dramaticamente dispendiosa!; a grande grande excepção é a michael kors. tenho que admitir que se um dia tiver umas quantas suas malas no meu armário me vou sentir (futilmente) feliz.

sempre.
eu bem quero ter um diploma da licenciatura e um diploma de mestrado, mas isto provavelmente só daqui a trezentos anos. cento e cinquenta euros por um papelinho branco, fcul? que já nem vem naquele cilindro giro? pois...

(e sim, eu já sabia disto, mas apetece-me resmungar de cada vez que me lembro.)

sílvia a tentar inspirar-se para mobilar uma futura casa:

tão depressa me apaixono por linhas simples, minimalismo e muito espaço vazio como pelas engenhosas (mas nada minimalistas) soluções de arrumação que aproveitam os espaços mais pequenos/ improváveis.
fazer legos com a D. e fazer legos com o F. são duas das melhores coisas de sempre!

nestes últimos dias

voltei a dormir contigo, bem junto a ti. fiz-te conchinhas e dei-te mil beijos. olhei para ti o tempo todo! agarraste a minha mão. li para ti, pela primeira vez (tão nervosamente a princípio, depois mais entretida. com a minha mão entre as tuas o tempo todo.). acariciei-te o rosto, o cabelo. o corpo. agarrei-te com força sempre que a dor te voltava. senti-me tão, tão próxima de ti. (dias maus são sempre melhores quando estamos juntos, meu amor)