(porque é que estou nervosa com a tese, poder-se-ia perguntar? porque estar nervosa é a minha natureza. não é verdade que não esteja perfeitamente à vontade com a minha tese - como é óbvio, tudo o que lá está é trabalho meu, bem compreendido. também não é (penso) que a defesa seja assim tão terrivelmente importante - a pior parte, a tese em si, está feita. mas tenho medo, tanto medo. dos pormenores, de me envergonhar, de coisas tontas. esta sou eu.)

sílvia, quando é que é a defesa da tua tese, mesmo?

na quinta-feira de manhã. *panicks*

assim de repente

que saudades de the fault in our stars!
ontem à noite, quando o stress da defesa que se aproxima e o café a horas inapropriadas que bebi se combinaram para me proporcionar horas e horas de esperar pelo sono em vão, planeei a minha apresentação quase toda. incluindo respostas a (eventuais) (imaginárias) perguntas.

gosto

de escolher lingerie nova e bonita, com cuidado e para o surpreender. e a intimissimi é perfeita para isto!
entristece-me não poder ter tudo; tudo, no meu caso, não seria assim tanto, apenas a possibilidade de ter o meu F. e a minha D., os meus amores, comigo, o tempo todo (ou quase). actualmente, estar com um implica necessariamente não ter o outro, o que resulta numa montanha russa emocional pouco recomendável: às sextas à tarde separo-me dele para correr para ela, às segundas de manhã deixo-a e sigo para lisboa, para ele, e se bem que a perspectiva do encontro próximo com o outro mitigue de algum modo, para mim, a dor da despedida, não o faz com eles, especialmente com a minha pequenina D., tão doce, que mal entende porque passo eu tanto tempo em lisboa. assim, o verão é ainda mais uma montanha russa. se, por um lado, estarei com a D. praticamente todos os dias, e vamos dormir juntas quase sempre e dedicar-me-ei a ela mais do que nunca, por outro lado verei o F. tão menos do que quero e preciso. e se, em setembro ou outubro, vou viver com o F. e tê-lo para mim o tempo todo, por outro acabarei por ver a D. menos do que o habitual. tudo isto me entristece. tudo isto me dói.

terça-feira

é dia de ir a Sintra, à Quinta da Regaleira!