não há nada no mundo que goste mais de comprar do que livros.

(a nossa biblioteca, meu amor, vai ser linda)
tenho esta coisa estranha em mim: se conhecer alguém e (mesmo não gostando muito dessa pessoa; mesmo que apenas cinco minutos antes estivesse, com propriedade, a criticá-la) vier a saber que essa pessoa está triste ou sozinha ou infeliz, mudo radicalmente; de repente tudo o que não gostava nela, apesar de continuar aqui, parece já não importar e eu só quero poder dar-lhe alguma coisa, ajudá-la de alguma forma. assim de repente não me ocorre absolutamente ninguém que mereça infelicidade absoluta.

do amor

o nosso pequeno casal: a Helena e o Henrique. :)
acho que viver bem é ter tudo o que fazemos impregnado de amor. (amor pelo que fazemos mas não só; um amor tão grande que transborda e preenche todas as áreas, todos os momentos da tua vida.)

o meu segundo melhor amigo, recentemente:

dicionário de sinónimos do word.

a minha perdição

são vestidos. adoro-os, adoro-os, nem sequer uso muitas vezes (porque sou uma pessoa prática e gosto de me sentir confortável enquanto trabalho; e, convenhamos, não há nada mais prático que jeans e t-shirt) mas tenho por eles uma paixão de meninas; são tão queridos e tão bonitos e tão elegantes! por minha vontade teria mil.
eu tenho um capítulo para acabar de escrever, um teclado que só meio funciona e menos de um fim de semana, mas só me apetece a) ler o meu livro e b) inspirada por ele, ler ricardo reis.