das coisas muito muito nossas:

sílvia (cantando, erradamente, a ho hey dos the lumineers): i belong to you, you belong to me, you're my sweetheart...
f.: olha, essa música contradiz o axioma da fundação.

:)
(mas depois o f. mimou-me muito, e pôs-me as coisas em perspectiva, e eu fiz um esforço por não ser a pessoa insegura e derrotista que sou tantas vezes. afinal, independentemente de tudo o resto, consegui!)
éramos cerca de quarenta. ficariam apenas nove. eu fui o quinto lugar.

e ainda assim, e apesar de ter ficado muito muito feliz, foi essa felicidade amarga de quem só consegue pensar nas coisas menos boas, menos que sejam pequeninas; como o facto de haver tantas pessoas melhor que eu, tantas (quatro) à minha frente.

It’s like I’m reading a book… and it’s a book I deeply love. But I’m reading it slowly now. So the words are really far apart and the spaces between the words are almost infinite. I can still feel you… and the words of our story… but it’s in this endless space between the words that I’m finding myself now. It’s a place that’s not of the physical world. It’s where everything else is that I didn’t even know existed. I love you so much. But this is where I am now. And this who I am now. And I need you to let me go. As much as I want to, I can’t live your book any more.

Her.
 ainda me parte o coração.

das leituras

vou começar em breve o ano da morte de ricardo reis (ainda nas doces edições amarelas da leya). tinha tantas saudades de ler Saramago.
esqueci-me de dizer!, acabei os (adoráveis adoráveis adoráveis) enamoramentos. publico aqui a minha lista de quotes quando tiver um tempinho :)