She is not “my girl.” She belongs to herself. And I am blessed, for with all her freedom, she still comes back to me, moment-to-moment, day-by-day, and night-by-night.
How much more blessed can I be?
 
Avraham Chaim, Thoughts after The Alchemist

lógica (ou, os matemáticos têm sentido de humor)

artigos com títulos queridos que encontrei só nesta manhã: a most artistic package of a jumble of ideas e the strange case of dr. skolem and mr. gödel. :)
pudesses tu ver-te como eu te vejo, meu amor. tenho para mim que serias muito mais feliz.
por vezes tento voltar a ouvir músicas que adorei, em tempos, e que entretanto deixei de ouvir. acabo sempre melancólica e vagamente desapontada: a sensação que existia antes mudou e é irrecuperável.

hoje

está um dia tão bonito e vou poder matar saudades de ti e dormir contigo, outra vez. alguns talvez digam que sou demasiado fácil de contentar, visto que isto me soa exactamente como felicidade; mas nós (com os nossos beijos e a nossa certeza neste para sempre e o nosso amor, e a confiança cega e terna que nos permitimos), nós sabemos melhor, meu amor.

meu amor

às vezes a tristeza apodera-se de nós, de mim, e eu vejo como isso te magoa e preocupa. por favor, lembra-te (é a verdade, ainda que eu esteja ou seja demasiado fraca para o notares): a felicidade e o amor que me dás superam (tanto, em quantidade e intensidade e importância, tanto) tão largamente os eventuais momentos menos bons. é uma comparação quase absurda, meu amor, tão grande a desproporção. o que tu me dás é (completamente) amor.
scars can be beautiful too