já estamos em março, mas eu ainda não pude pôr de lado, até ao próximo inverno, as músicas de natal.
ao fim de cinco anos em lisboa (e mais do dobro desses em escolas primárias e secundárias e coisas), depois de todas as incontáveis vezes em que cheguei à faculdade e/ou a casa completamente molhada pela chuva com que não contei (mesmo que toda a gente dissesse que ia chover, mesmo que fosse óbvio que ia chover, o meu optimismo era inabalável: de certeza que de aqui a pouco já passa!); depois de todas as vezes em que pedi boleias de guarda-chuva a pessoas mais inteligentes que eu... finalmente, comprei um guarda-chuva. uma coisa pequenina que até apetece usar.
conclusão: depois desse dia, nunca mais choveu.
aniversário
14 de março, dia do pi e dia da sílvia.
sintra. passeios, passeios e passeios. o parque da pena com as suas árvores magníficas (tão altas, tão verdes, todas tão diferentes entre si!), os carreiros empedrados e os outros, mais selvagens, os recantos, os pontos de interesse, os lagos, as flores magníficas, tudo. o palácio da pena. o chalet (tão pequenino e acolhedor!). o andarmos tanto, até nos doerem os pés e as pernas, de cansaço, e o coração, de alegria. a companhia, a melhor companhia do mundo. escrevia mais se pudesse, se soubesse; faltam-me as palavras. tanto amor. todo o amor.
depois foi correr para casa dos papás. chegar e ser abraçada pela minha bebé (parabééééns, mana preferida!), ver o sorriso da mamã, os miminhos, as brincadeiras do papá.
sou a pessoa mais feliz do mundo.
depois foi correr para casa dos papás. chegar e ser abraçada pela minha bebé (parabééééns, mana preferida!), ver o sorriso da mamã, os miminhos, as brincadeiras do papá.
sou a pessoa mais feliz do mundo.
este fim-de-semana:
o meu último fim de semana antes da loucura de tese-tese-tese-e-mais-tese. para celebrar/ despedir-me: muitas leituras, muitos filmes e pedacinhos ocasionais de toblerone, o chocolate mais fofinho do mundo.
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