gosto de acreditar que o que está para vir é sempre, sempre melhor do que tudo o que já passou - por melhor que tenha sido o que já passou. (e recentemente tem sido mesmo muito bom.) estarei talvez apenas a enganar-me; mas se eu ganhar coragem para lutar por alguma coisa que seja por isto

coração, coração

belo
e! comecei finalmente a ver a terceira temporada de Once Upon a Time e wow. wow. o mundo das coisas maravilhosas. eu tenho tantas razões para ser feliz. preciso só de me lembrar delas e não deixar as coisas más ganharem, como tenho sempre tendência a fazer. aliás: como o meu eu antigo, aquele que quero deixar para trás, tinha tendência a fazer.
mas amanhã de manhã talvez vá tomar um cafezinho com o f. antes da aula e talvez esteja sol e vejo a minha bebé e eu consigo, consigo, consigo ser melhor, eu sei.
quando não há coisas gigantes com as quais se preocupar, a sílvia ~inventa~ algumas pequenas porque enfim, um estado de não-preocupação que durasse mais que um dia seria demasiado selvagem e desconhecido para que pudesse lidar com isso; suponho que todos nós busquemos alguma constante na nossa vida e esta - estar sempre nervosa e/ou preocupada - deve ser a minha. assim:

- estou nervosa com os exercícios de lógica, que já estão entregues: porque escolhi muitos feios e deselegantes por falta de tempo de pensar melhor noutros, e porque receio que o nosso querido professor vá falar neles amanhã. em frente a outras pessoas. (depreciativamente?)

- estou nervosa com os exercícios de álgebra universal, que já entreguei, apesar de achar que devem estar quase (ênfase no quase) perfeitos; porque a nossa professora provavelmente vai achar que eu provei demasiadas coisas e retirar-me pontos por isso, e porque deve referi-lo na aula de amanhã.

são só duas coisinhas, são tão pequenas, e ocupam um espaço enorme dentro de mim. e eu estou a tentar tanto dizer a mim própria para ser diferente, que não interessa, que tenho que ser ofensiva e aprender com os meus erros e fazer melhor da próxima vez mas tenho tanto medo de não conseguir e é tão difícil sermos diferentes de nós próprios, não é. tão difícil e estranho e sim, um bocadinho assustador
o que eu mais gosto no mundo: aprender e ensinar.

Too Many Things Happening Inside Me

estou cansada e irritada e descobri de novo que não gosto especialmente de relações e não gosto de compromissos e de me sentir obrigada a coisas e o f. é agora uma pessoa livre and that makes me wonder because perhaps i envy that e embora eu goste muito, muito da l. uma parte de mim anseia por tantas coisas e para o f. existe o k., talvez, não sei, e eu gosto tanto de estar comigo, e com o f., e de ser livre, e não sou. ou não me sinto assim. (será que se me sentisse livre também me sentiria vazia e supérflua e coisas? será que sou só eu a ser eu mesma e a desejar sempre, sempre o que não tenho?)