f., gostava muito de te mandar uma mensagem a perguntar se te vejo amanhã. mas tenho medo da resposta.
(esta tarde, depois de teres dito que não podias vir comigo, fingi uma conversa telefónica - com a L., suponho, porque a fingi em inglês; de um modo qualquer que não compreendo, pareceu melhor assim - e tentei perceber o que é me incomodava tanto.
eu quero ser importante para ti. não quero sentir que não farias isto ou aquilo por mim, mas poderias fazê-lo por outras pessoas. não quero que estejamos próximos por... conveniência? hábito? quero alguma preocupação e talvez algum carinho espontâneo, sim; embora por alguma razão me envergonhe dizer isto. quero-te aqui. ao meu amigo, não ao zombie que me tem no fim da lista de prioridades, if at all. por favor.)