esta madrugada senti-te tão maravilhosamente próximo e agora... agora essa sensação desvaneceu-se quase completamente. talvez esteja a ser tonta. espero estar a ser tonta...
F. ,
nunca tenho jeito para escrever sobre coisas que me deixam muito muito feliz, mas acho que tu sabes, que tu percebes...
obrigada, mil vezes
gosto tanto de ti
quando estou deitada com a bebé, à noite, e ela já adormeceu; aquele odor doce, muito dela, está ali tão próximo e ela é tão bela, tão doce, tão tudo, e eu não quero mais nada além de ficar ali para sempre, com ela para sempre. não quero ter que lhe dizer tantas e tantas vezes que não posso brincar com ela porque tenho que estudar... não quero ter que a deixar em lágrimas de madrugada para ir passar mais uma semana a lisboa. é tão difícil deixá-la, o meu amor perfeitinho...
e então nesses momentos não tenho forças, não tenho forças para nada. muito menos para continuar a lutar. e tenho vontade de dizer isto ao F. ... mas já sei demasiado bem qual seria a resposta dele e nestes momentos eu só queria um bocadinho de conforto, alguém que pudesse dizer-me sim, é difícil, mas luta, S., por favor - eu sei que tu consegues.
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