confesso que não tenho grande paciência para os grinches desta vida. acho que toda a gente conhece aquela pessoa que, nesta altura do ano — em que o resto da humanidade se esforça por ser nais feliz e fazer o mundo um sítio um bocadinho mais feliz — vem anunciar ao mundo, em discursos intermináveis, que detesta o natal, esse cúmulo da hipocrisia, esse escravo do consumismo. está bem, é claro que não temos todos que gostar do natal... mas será mesmo necessário perderem o vosso tempo (e o meu!) a destilar ódio? eu detesto iscas, e não me vêem a perseguir as pessoas que adoram esse prato. além disso, o natal não tem que ser uma festa consumista; eu acredito que o natal é o que nós queremos que seja, e o meu é mais uma oportunidade de dizer às minhas pessoas o quanto gosto delas. é uma coisa boa, uma coisa bela, e uma coisa que traz um bocadinho mais de felicidade ao mundo.


1 comentário:

  1. Cá estou a retribuir a visita e a responder à pergunta :) Experimentei um champô que nada fez de diferente em relação a um champô dos baratos. Experimentei duas máscaras: uma andava a namorar há séculos e depois de dois usos tive de a oferecer a uma amiga porque nem sequer me desembaraçava o cabelo. A outra desembaraçava bem e dava algum brilho mas a coisa ficava por aí. Experimentei um protector de cabelo que me deixava as pontas dos cabelos com um ar seco. Experimentei uma mousse para os caracóis (há muitos anos, acho que já nem está à venda) que não fez nada que uma Panténe não consiga fazer.

    Pode ter sido azar e, no caso da primeira máscara, pode não ter sido a mais adequada ao meu tipo de cabelo. Mas até prova do contrário aquilo não vale o dinheiro que custa.

    Boa sorte!

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