sílvia, a technologically impaired (but not anymore!)

rendi-me ao século vinte e um e antes de ir para helsínquia e comprei um tablet. esta foi a minha primeira concessão aos avanços tecnológicos do mundo recente; vejo crianças de oito anos com telemóveis tão grandes que não lhes cabem nas mãos e mantenho-me fiel ao meu nokia básico, cuja bateria é praticamente eterna. mas o meu computador portátil, além de grande e pesadão, nunca recuperou do incidente do sumo de laranja do ano passado, e como deixei todas as pessoas importantes em portugal precisava de conseguir chegar a eles facilmente, sempre que quisesse. daí o tablet - não sem alguma relutância.

entretanto a relutância passou e admito que a coisa me dá imenso jeito, para tudo! (especialmente porque eu sou uma daquelas pessoas maníacas que consulta o email cinquenta e três vezes a cada hora, e o meu nokia primitivo dá para muito pouco.) ainda assim, culpo o tablet pela minha ausência mais ou menos prolongada aqui do blog: detesto (detesto!) escrever naquilo, não tenho jeito nenhum. agora que já voltámos à faculdade e estamos a tentar criar uma rotina (ênfase no tentar - isto do doutoramento é esquisito) voltou a minha vontade de vir para aqui falar de pequenos nadas. vou permitir-me ficar feliz por isso, também. :)

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