quando o f. e eu estivemos nas urgências de oftalmologia, senti uma pontada tão grande no peito que soava demasiado como oh meu deus porque é que eu não fui para medicina. sei que teria detestado o curso, não fui feita para aqueles moldes (e sempre soube disso, e foi uma grande razão para pôr medicina de parte), mas às vezes penso se não deveria simplesmente ter aguentado seis anos de desespero e infelicidade (sei que o seriam). o que vem depois, a prática médica, já me seria (julgo) agradável.

contudo, a matemática proporciona-me não só um futuro de sonho como um presente maravilhoso - a licenciatura e o mestrado, embora stressantes, foram um prazer. portanto, ao escolher matemática, escolhi felicidade a começar , e não num qualquer momento do futuro, como o fim do curso ou o terceiro emprego ou o que seja. e isso deixa-me feliz e segura da minha decisão.

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