sempre que desço a avenida da liberdade (uma das minhas favoritas de lisboa, por sinal) não consigo deixar de olhar, com um misto de fascínio e horror, as montras das lojas caríssimas que são a imagem de marca daquela zona. na maior parte das vezes, os pensamentos que me despertam são todos do género meu deus, como é que é possível alguém querer usar uma coisa tão feia! e tão dramaticamente dispendiosa!; a grande grande excepção é a michael kors. tenho que admitir que se um dia tiver umas quantas suas malas no meu armário me vou sentir (futilmente) feliz.
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