detesto quando as pessoas nos fazem pseudo ultimatos emocionais. "dás-me um beijinho?", perguntou-me a I., há uns dias; quando estávamos longe uma da outra. sim, não foi naturalmente um ultimato intencional, mas de facto foi uma espécie de ultimato. porque, bem; o que é que eu posso fazer? de facto não queria fazê-lo - estava magoada e foi um beijinho não sentido -, mas também não podia magoá-la mais ao responder que não. isto serve de lição também para mim - para me lembrar mais vezes de que os gestos carinhosos devem ser espontâneos, que significam menos, por vezes, quando os forçamos. quando forçamos os outros a dá-los.
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