às vezes tenho o hábito tonto de não querer de maneira nenhuma dar-te razão (ou o hábito tonto de evitar pensar no assunto para não concluir que tens muita razão...), sobretudo, julgo eu, porque sou muito orgulhosa. e em muitas destas vezes sou-te perfeitamente transparente, não sou?, e vês exactamente aquilo que eu estava a tentar disfarçar e obrigas-me a dizê-lo, e obrigada. obrigada por me fazeres dizer em voz alta as coisas em que tento não pensar; obrigada por não o fazeres por uma questão de ego, obrigada por me fazeres pensar. e admitir, quando as minhas ideias estão efectivamente erradas.
conheces-me melhor que ninguém (e muito melhor do que eu me conheço). e eu gosto tanto de ti. talvez penses que digo isto demasiadas vezes; eu acho que nunca serão suficientes. gosto tanto de ti.
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